Meu nome é Dório Antunes de Souza. Fui jornalista profissional de A Gazeta e A Tribuna, entre outros veículos, entre 1974 e 1988. Iniciei o curso de Economia na Ufes, mas o deixei na metade, preferindo submeter-me a novo vestibular, para Comunicação, tendo em vista que exercia efetivamente a profissão de jornalista. Em seguida prestei novo vestibular, na UVV, onde formei-me em Direito, pela turma de 1987. A partir de 1988 comecei a advogar, profissão que exerço até esta data, atuando em todas as áreas em que sou demandado, exceto a trabalhista, por incompatibilidade de horários das audiências.
Embora muitos pensem que seja criminalista, esclareço que esta impressão decorre apenas da importância atribuída pelos meios de comunicação aos assuntos criminais, e pela notoriedade dos clientes que defendi e defendo. Quanto a isso é importante salientar que o Código de Ética do Advogado impõe que o profissional não pode recusar causa por temor a incorrer em impopularidade, e a Constituição não permite que qualquer acusado, mesmo que de cometimento de crime mais hediondo que seja, seja julgado sem defesa. Ou seja: todos têm direito a um advogado.
Mas, como disse antes, atuo em praticamente todas as áreas, com destaque para o Direito de Família (separações, dissoluções de sociedades conjugais - uniões estáveis, alimentos, visitas, investigação de paternidade), Direito Civil (indenizações, inventário e partilha, cobrança, execução), Direito Eleitoral, Direito Administrativo (mandados de segurança, anulação de atos jurídicos), Direito Tributário, Direito Ambiental, Direito Constitucional, enfim, onde quer que alguém tenha um direito a postular e me confia o patrocínio, lá estarei.
Apenas para desmistificar a imagem de "criminalista", permito-me informar que fui o primeiro advogado do Brasil a derrotar o DNA, em investigação de paternidade que tramitou na comarca de Raul Soares (MG), onde o juiz decidiu contra a cliente, com base no laudo de DNA, mas consegui um julgamento favorável no Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Importante salientar que o laudo em questão era do professor Sérgio Danilo Pena, de Belo Horizonte, famoso em todo o Brasil (está sempre concedendo entrevistas ao Fantástico, ao Globo, Jornal do Brasil, revista Veja, etc).
A família - Sou de uma família onde o pai, Geraldo Antunes de Souza, 83 anos, é ferroviário aposentado da CVRD e a mãe, Noêmia Ferreira de Souza, 76 anos, é a "presidente das Organizações Antunes de Souza", que teve 12 filhos (Mauro, Maurino, Solange, Dório, Darcy Carlos, Júlio Cezar, Renato, Aníbal, Gervásio, Sueli, Sônia e Andréa) e um adotivo (Francisco Ladislau - o Pardal, de A GAZETA). Todos vivos, graças a Deus. Dentre eles, sete são advogados. Somos naturais de Conselheiro Pena, MG, de onde viemos em 1966, indo morar no Morro do Camelo, em Vila Garrido, Vila Velha.
Sou casado com Dagmar Ramalho Antunes, Bacharel em Direito, e temos três filhas: Camila, Morena e Cristal.
Desde 1989 temos residência em Praia Grande, em Fundão, local com o qual nos identificamos primeiramente pela beleza e tranquilidade da praia, e depois pela simplicidade de sua gente.
O entrosamento com a comunidade levou-me a um envolvimento político. Primeiramente, apoiando Gilmar de Souza Borges de longe, criando para ele seu jornalzinho "A Voz da Garoa", em sua primeira eleição. Na segunda fui seu advogado, quando fiquei conhecido em Fundão como "o advogado dos 6 x 0", numa alusão ao placar do Tribunal Regional Eleitoral, onde havia um recurso pelo qual tentávamos reformar uma sentença que havia impugnado sua candidatura. Para tristeza dos advogados, conseguimos a vitória na justiça, e fui para os palanques defender suas propostas. E na última eleição de Gil, também fui para os palanques, mas só na parte final.
O continuísmo, todavia, levou-me a apoiar a candidatura alternativa de Maria Dulce, que também havia sido impugnada, sob a acusação de usar gasolina roubada em sua campanha. Assumi sua defesa num momento em que ela estava tão abatida pelo noticiário sobre o assunto que nem tinha ânimo de sair de seus aposentos para atender os correligionários na sala de sua própria casa. Após luta renhida, difícil, consegui neutralizar as ações, impedir que sofresse maiores constrangimentos (ela seria conduzida por rádio-patrulha, de sirene ligada, no dia seguinte), e também fui para seus palanques, enfrentando forte esquema, que começava com a atuação do juiz eleitoral, que ao público parecia estar engajado na campanha do candidato apoiado por Gilmar Borges, que era o Gilton Ferreira, e prosseguia com o envolvimento partidário de quase a totalidade do destacamento da PM em Fundão, numa das mais radicalizadas e tensas campanhas eleitorais do Estado.
Mais uma vez a vitória sorriu para o lado que eu havia apoiado, inobstante tenha sofrido três processos movidos pelo juiz eleitoral, que se considerou ofendido quando disse que só faltaria o Gilton pedir para retirar o número 1 da máquina de votar, que ele atenderia e assim impediria que os eleitores de Maria Dulce votassem em seu número, que era o 11. Mas, como se comprovou depois, o Gilton já tinha informado aos seus candidatos a vereador que ele não iria gastar mais com propaganda deles, os candidatos, porque o juiz já lhe assegurara que ele seria o prefeito de qualquer jeito - se ele perdesse nas urnas ele cassaria a Maria Dulce.
Todavia, não cheguei sequer a comparecer à posse da prefeita Maria Dulce, no dia 1º de janeiro de 2005, porque já havia constatado, para enorme decepção, que havíamos votado nela, mas elegido a filha, Aline, que passou a "governar" antes mesmo da eleição. Tão logo as pesquisas consolidaram a preferência por Maria Dulce, a filha começou a governar a prefeita, e assim as promessas foram uma a uma sendo descartadas.
Qual era o maior compromisso da candidata Maria Dulce? Era a mudança dos métodos políticos então vigentes em Fundão, introduzindo a participação popular na administração, o que implicaria em abrir o leque de consultas, para que a sociedade pudesse participar da administração desde a formatação da equipe, para finalmente chegarmos ao orçamento participativo.
Mas a primeira providência de Maria Dulce, tutelada por Aline, foi exatamente descartar aqueles que haviam colaborado mais diretamente para o sucesso de sua campanha, principalmente nos momentos de angústia, de desânimo, de abatimento pelas notícias espetaculares comprometendo sua imagem e sua honra, quando ninguém mais apostava um níquel sequer em sua vitória.
Desde então, percebi o engano. Mas já era tarde demais para mudar. Como meio de colaborar para alertar a prefeita, a tirá-la da soberba que a inebriou, para afastar a mosca azul, criei o jornal "Transparente", com periodicidade condicionada à existência de recursos financeiros, de modo a não ficar dependente de patrocinador. Com esse veículo mostramos os erros, para quem sabe dar-lhe um indicativo, um caminho. Afinal, quem torce para o "quanto pior, melhor" não é sensato, não ama Fundão.
Não quero que ela se afunde mais e mais na malha da rejeição, como agora. Quero que acerte, que use o dinheiro disponível, que volte às origens, que ouça a comunidade, que melhore as condições de vida da população, sobretudo aquela parcela mais carente, que melhore o acesso às propriedades rurais, que a saúde tenha a atenção que merece, que a habitação seja um direito concreto de quem não tem um teto digno, que nossas crianças tenham alternativas para não caírem na tentação do tráfico de drogas, que nossa juventude possa ter lazer sadio, acabando com a fase de "tudo é proibido", enfim, que a felicidade prometida nos palanques seja objeto de ações concretas, sérias.
É com esse espírito que abro esse canal de comunicação, estando aberto a críticas e sugestões. Quero continuar a serviço dessa gente simpática, ordeira e alegre de Fundão, para retribuir o carinho que tenho recebido todo esse tempo.
Não fujo à luta, nem desisti de sonhar dias melhores para nossa gente. Espero despertar a justa indignação dos jovens, que não concordam com o centralismo que marginaliza a sociedade, para implantar um modelo político moderno, onde a DEMOCRACIA conduza à EFICIÊNCIA no uso dos dinheiros públicos, com HONESTIDADE e TRANSPARÊNCIA, que abra caminho para que OS JOVENS DE HOJE SEJAM OS DIRIGENTES DE AMANHÃ.
Pois bem. Estou na estrada, a caminho do futuro. Se você, que teve paciência para ler tudo isso, também acha que é possível um amanhã melhor, mais justo, com a inclusão dos deserdados sociais, que política não é sinônimo de deslealdade, de desonestidade, de falsidade, então venha comigo. Você estará com um companheiro que não desiste nunca da luta por seus ideais, nem abandona o companheiro de jornada. Nunca.
Feliz 2007 para todos, com saúde e paz!
Embora muitos pensem que seja criminalista, esclareço que esta impressão decorre apenas da importância atribuída pelos meios de comunicação aos assuntos criminais, e pela notoriedade dos clientes que defendi e defendo. Quanto a isso é importante salientar que o Código de Ética do Advogado impõe que o profissional não pode recusar causa por temor a incorrer em impopularidade, e a Constituição não permite que qualquer acusado, mesmo que de cometimento de crime mais hediondo que seja, seja julgado sem defesa. Ou seja: todos têm direito a um advogado.
Mas, como disse antes, atuo em praticamente todas as áreas, com destaque para o Direito de Família (separações, dissoluções de sociedades conjugais - uniões estáveis, alimentos, visitas, investigação de paternidade), Direito Civil (indenizações, inventário e partilha, cobrança, execução), Direito Eleitoral, Direito Administrativo (mandados de segurança, anulação de atos jurídicos), Direito Tributário, Direito Ambiental, Direito Constitucional, enfim, onde quer que alguém tenha um direito a postular e me confia o patrocínio, lá estarei.
Apenas para desmistificar a imagem de "criminalista", permito-me informar que fui o primeiro advogado do Brasil a derrotar o DNA, em investigação de paternidade que tramitou na comarca de Raul Soares (MG), onde o juiz decidiu contra a cliente, com base no laudo de DNA, mas consegui um julgamento favorável no Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Importante salientar que o laudo em questão era do professor Sérgio Danilo Pena, de Belo Horizonte, famoso em todo o Brasil (está sempre concedendo entrevistas ao Fantástico, ao Globo, Jornal do Brasil, revista Veja, etc).
A família - Sou de uma família onde o pai, Geraldo Antunes de Souza, 83 anos, é ferroviário aposentado da CVRD e a mãe, Noêmia Ferreira de Souza, 76 anos, é a "presidente das Organizações Antunes de Souza", que teve 12 filhos (Mauro, Maurino, Solange, Dório, Darcy Carlos, Júlio Cezar, Renato, Aníbal, Gervásio, Sueli, Sônia e Andréa) e um adotivo (Francisco Ladislau - o Pardal, de A GAZETA). Todos vivos, graças a Deus. Dentre eles, sete são advogados. Somos naturais de Conselheiro Pena, MG, de onde viemos em 1966, indo morar no Morro do Camelo, em Vila Garrido, Vila Velha.
Sou casado com Dagmar Ramalho Antunes, Bacharel em Direito, e temos três filhas: Camila, Morena e Cristal.
Desde 1989 temos residência em Praia Grande, em Fundão, local com o qual nos identificamos primeiramente pela beleza e tranquilidade da praia, e depois pela simplicidade de sua gente.
O entrosamento com a comunidade levou-me a um envolvimento político. Primeiramente, apoiando Gilmar de Souza Borges de longe, criando para ele seu jornalzinho "A Voz da Garoa", em sua primeira eleição. Na segunda fui seu advogado, quando fiquei conhecido em Fundão como "o advogado dos 6 x 0", numa alusão ao placar do Tribunal Regional Eleitoral, onde havia um recurso pelo qual tentávamos reformar uma sentença que havia impugnado sua candidatura. Para tristeza dos advogados, conseguimos a vitória na justiça, e fui para os palanques defender suas propostas. E na última eleição de Gil, também fui para os palanques, mas só na parte final.
O continuísmo, todavia, levou-me a apoiar a candidatura alternativa de Maria Dulce, que também havia sido impugnada, sob a acusação de usar gasolina roubada em sua campanha. Assumi sua defesa num momento em que ela estava tão abatida pelo noticiário sobre o assunto que nem tinha ânimo de sair de seus aposentos para atender os correligionários na sala de sua própria casa. Após luta renhida, difícil, consegui neutralizar as ações, impedir que sofresse maiores constrangimentos (ela seria conduzida por rádio-patrulha, de sirene ligada, no dia seguinte), e também fui para seus palanques, enfrentando forte esquema, que começava com a atuação do juiz eleitoral, que ao público parecia estar engajado na campanha do candidato apoiado por Gilmar Borges, que era o Gilton Ferreira, e prosseguia com o envolvimento partidário de quase a totalidade do destacamento da PM em Fundão, numa das mais radicalizadas e tensas campanhas eleitorais do Estado.
Mais uma vez a vitória sorriu para o lado que eu havia apoiado, inobstante tenha sofrido três processos movidos pelo juiz eleitoral, que se considerou ofendido quando disse que só faltaria o Gilton pedir para retirar o número 1 da máquina de votar, que ele atenderia e assim impediria que os eleitores de Maria Dulce votassem em seu número, que era o 11. Mas, como se comprovou depois, o Gilton já tinha informado aos seus candidatos a vereador que ele não iria gastar mais com propaganda deles, os candidatos, porque o juiz já lhe assegurara que ele seria o prefeito de qualquer jeito - se ele perdesse nas urnas ele cassaria a Maria Dulce.
Todavia, não cheguei sequer a comparecer à posse da prefeita Maria Dulce, no dia 1º de janeiro de 2005, porque já havia constatado, para enorme decepção, que havíamos votado nela, mas elegido a filha, Aline, que passou a "governar" antes mesmo da eleição. Tão logo as pesquisas consolidaram a preferência por Maria Dulce, a filha começou a governar a prefeita, e assim as promessas foram uma a uma sendo descartadas.
Qual era o maior compromisso da candidata Maria Dulce? Era a mudança dos métodos políticos então vigentes em Fundão, introduzindo a participação popular na administração, o que implicaria em abrir o leque de consultas, para que a sociedade pudesse participar da administração desde a formatação da equipe, para finalmente chegarmos ao orçamento participativo.
Mas a primeira providência de Maria Dulce, tutelada por Aline, foi exatamente descartar aqueles que haviam colaborado mais diretamente para o sucesso de sua campanha, principalmente nos momentos de angústia, de desânimo, de abatimento pelas notícias espetaculares comprometendo sua imagem e sua honra, quando ninguém mais apostava um níquel sequer em sua vitória.
Desde então, percebi o engano. Mas já era tarde demais para mudar. Como meio de colaborar para alertar a prefeita, a tirá-la da soberba que a inebriou, para afastar a mosca azul, criei o jornal "Transparente", com periodicidade condicionada à existência de recursos financeiros, de modo a não ficar dependente de patrocinador. Com esse veículo mostramos os erros, para quem sabe dar-lhe um indicativo, um caminho. Afinal, quem torce para o "quanto pior, melhor" não é sensato, não ama Fundão.
Não quero que ela se afunde mais e mais na malha da rejeição, como agora. Quero que acerte, que use o dinheiro disponível, que volte às origens, que ouça a comunidade, que melhore as condições de vida da população, sobretudo aquela parcela mais carente, que melhore o acesso às propriedades rurais, que a saúde tenha a atenção que merece, que a habitação seja um direito concreto de quem não tem um teto digno, que nossas crianças tenham alternativas para não caírem na tentação do tráfico de drogas, que nossa juventude possa ter lazer sadio, acabando com a fase de "tudo é proibido", enfim, que a felicidade prometida nos palanques seja objeto de ações concretas, sérias.
É com esse espírito que abro esse canal de comunicação, estando aberto a críticas e sugestões. Quero continuar a serviço dessa gente simpática, ordeira e alegre de Fundão, para retribuir o carinho que tenho recebido todo esse tempo.
Não fujo à luta, nem desisti de sonhar dias melhores para nossa gente. Espero despertar a justa indignação dos jovens, que não concordam com o centralismo que marginaliza a sociedade, para implantar um modelo político moderno, onde a DEMOCRACIA conduza à EFICIÊNCIA no uso dos dinheiros públicos, com HONESTIDADE e TRANSPARÊNCIA, que abra caminho para que OS JOVENS DE HOJE SEJAM OS DIRIGENTES DE AMANHÃ.
Pois bem. Estou na estrada, a caminho do futuro. Se você, que teve paciência para ler tudo isso, também acha que é possível um amanhã melhor, mais justo, com a inclusão dos deserdados sociais, que política não é sinônimo de deslealdade, de desonestidade, de falsidade, então venha comigo. Você estará com um companheiro que não desiste nunca da luta por seus ideais, nem abandona o companheiro de jornada. Nunca.
Feliz 2007 para todos, com saúde e paz!
